O ano de 2010 começou com o “gás” total para o pessoal do Jiu-jitsu (Arte Suave) que treina no Conjunto Aquático em Jordanésia. As aulas acontecem às terças, quintas e sábados, no período da manhã. Não é cobrada taxa de inscrição nem mensalidade, assim, é possível aprender sem custo a arte marcial que elevou o Brasil ao status de melhor do mundo no campo das artes marciais.
Nascido no Japão, o Jiu-jitsu veio para o Brasil e aportou primeiramente no estado do Pará. Trazido pelo mestre Maeda, o esporte encontrou solo fértil para o desenvolvimento no País. Ainda no início dos anos 1920, Maeda conheceu aquela que seria o “verdadeiro nome” do Jiu-jitsu mundial; ele estabeleceu contato e ensinou a modalidade para a “Família Gracie”. Posteriormente os “Gracie” desenvolveram o próprio estilo de luta que os consagraram para sempre no mundo das artes marciais.
Lendas do esporte são desta “Família” ou aprenderam com eles: Carlos, Hélio, Carlson, Rickson, Royce, Royler, Renzo e Ryan (todos Gracie), além de ícones das Artes Marciais Mistas (MMA); Maurício Shogun, Ricardo Arona, Vanderlei Silva, dentre outros. Hoje, exceção ao russo Fedor Emelianenko e ao holandês-armênio Gegard Mousasi, o Brasil tem os melhores atletas de MMA do planeta. Os “brazucas”, como são conhecidos, dominam o UFC e o StrikeForce nos Estados Unidos, casos dos campeões Lyoto Machida, Anderson Silva e Rodrigo Minotauro.
O Jiu-jitsu não significa violência, ainda que alguns baderneiros tentem “manchar” a reputação desta modalidade esportiva brigando pelas ruas. Semelhante a qualquer outro esporte, o Jiu-jitsu tem a função de melhorar a vida dos seus adeptos e fomentar amizades. Procure o Conjunto Aquático e faça parte do “time” cajamarense de Jiu-jitsu.